quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Top 10 Games fracassados

Consoles de mesa(remake)

Vocês devem estar se perguntando o porque fazer um remake. Não vou mudei nada em relação ao restante do top. Só criei uma apresentação a  ele. Afinal sem isso, não existe uma carta de boas vindas e o top fica com aparência de mal feito.
Pois bem, quem é que não gosta de jogar video game? Hoje em dia o público é muito diverso, aqui no Brasil, as mulheres são 41% do público e jovens entre 20 e 35 anos representam 85%. Para se ter uma ideia do quanto esta indústria é poderosa e abrangente, no ano passado foram arrecadados 74 bilhões de dólares.Um faturamento 5% maior que todos os estúdios de hollywood juntos.
Mas esta indústria não viveu só de acertos. Empresas desesperadas tomaram decisões tolas, gigantes experientes erraram tanto que pareciam que queriam fracassar a todo custo e principalmente empresas sem nenhuma experiencia no ramo que tentaram embarcar na onda do sucesso. E o resultado destes erros estão apresentados aqui.





10- TurboGrafx 16


Conhecido no Japão como PC Egiene. Este game foi lançado pela Hudson Soft e parceria com a NEC no ano de 1987.  Foi um o primeiro console de mesa a contar com um leitor de CD, que era vendido separadamente assim como no caso do Atari Jaguar. E apesar do 16 no nome, sua CPU principal era de 8 bits tal como seus principais concorrentes na época Master System e NES. Mas apesar de seu gráfico e som serem melhores que de seus principais concorrentes e melhores até mesmo que os do Atari 7800. O game teve pouca aceitação no mercado Norte Americano chegando a nunca ser produzido no Brasil, suas vendas se dava graças a rede de importação do Mappin e só era encontrado em São Paulo.
E para fechara tampa do caixão, em 1988, era lançado o Mega Drive, e assim deu um fim a era dos 8 bits no Japão.
Seus jogos eram vendidos em cartões de memória conhecidos como HuCard ou (nos Estados Unidos TurboChip) estes eram do tamanho de um cartão de crédito.
Ele tinha um upgrade bem interessante, arcade card, que aumentava a memória RAM. Então dava para rodar alguns sucessos dos arcades como Art of Fighting e Fatal Fury Special. Mas estes eram apenas adaptações que ficavam bem pobres quando comparadas com o arcade.
O game foi considerado um fracasso não por ser ruim, e sim por que ele vendeu pouco. Tanto por seu preço que era bem salgado quando comparado a seus concorrentes,sua tecnologia que não foi aceita, e principalmente pela falta de títulos e franquias de peso que fizesse o público esquecer o encanador italiano.A chegada do arcade card até ajudou a melhorar as vendas, mas a alegria durou pouco, pois o mega drive estava sendo lançado. E nem mesmo a Europa pode salva-lo, pois por lá ele estava sendo lançado no mesmo ano que o Mega Drive. Mas nem tudo foi um balde de churume, o game teve um relativo sucesso no Japão.
HuCard: Mídia usada pelo game
Superdodgeball: Teve também uma versão para Mega Drive.




9- Sega Saturn
Versão branca, existia apenas no Japão, este cartucho ai servia para aumentar a memória RAM  do console.

Ilustra o top não por ser um game ruim. E sim por ser um game extremamente azarado tal como o Atari 7800 e o citado anteriormente.   Neste caso seu pior inimigo não foi a concorrência do playstation e nem a tardia concorrência do Nintendo 64 e sim a própria Sega. A sega no desespero de recuperar os prejuízos causados pelos acessórios do Mega drive o 32x e o sega CD. Lançou o console bem antes do que se era esperado, pegando de surpresa os desenvolvedores que ainda apanhavam para aprender a fazer jogos para a plataforma que contava com novos sistemas de gráficos. E devido a isto ficou 4 longos meses sem um só jogo. Porém o mar de cagadas da Sega só estava começando. Mais tarde a sega anuncia o Saturn Day que assim como na quarta feira sônica, ocorreria uma grande festa televisionada para marcar o lançamento do console. Porém não demora muito e o CEO da empresa Tom Kalinske anuncia que o Saturn Day nunca ocorreria e que o preço de lançamento do console seria de 400 doletas. Porém ao ser lançado seu preço acaba sendo de 500 doletas. E falhas logísticas como, longos atrasos nas entregas,  entregas que nunca chegaram ao destino, entregas com contagem errada. Sujaram a Sega com os lojistas e com algumas grandes redes, estes passaram a boicotar a Sega. No Brasil a Sega não cedeu a licença de  produção e desenvolvimento a sua antiga parceira, tec toy. E no ano de 1997 que foi quando toda a 5° geração estava reunida no Brasil, tu via Playstation e Nintendo 64, já Sega Saturn era praticamente inexistente.E devido a tanta cagada e a campanhas de marketing péssimas, o game acabou passando em branco pela geração. O game teve apenas um relativo sucesso no Japão. Mas isso não foi o suficiente, esta auto sabotagem da Sega lhe causaram prejuízos obscenos e determinou que a empresa não duraria lá muito tempo.




8- Game Cube


Particularmente não o acho um game ruim. Mas figura na lista por sua falta de popularidade. O game contava com os melhores gráficos e sons da 6° geração. Mas fracassou por culpa do tipo de mídia escolhida para rodar os jogos. Merda mal cagada escrota do caralho do maldito mini DVD. Que além de ser uma tecnologia pouco explorada e sendo assim cara de produzir. Ainda acabava limitando os jogos, pois sua capacidade de armazenamento era de 1,5 GB enquanto o DVD comum armazena 4,7 GB. Este não era o único problema, seu leitor era de manutenção cara e difícil. Quando dava problema meu amigo, era quase que o preço de um PS2. A justificativa da Nintendo pra escolher tão mal a mídia do jogo foi sua piratofobia. Que esta mídia é difícil de piratear isso é verdade, mas dificultando para os piratas a Nintendo acabou sabotando o próprio console.   Os controles também foram alvo de críticas, pois seu formato era estranho e dificultava a jogabilidade. Alguns usuários também criticaram a falta de qualidade do controle pois em pouco tempo as alavancas analógicas perdiam a firmeza e o ponto central e ficavam girando em falso. Os jogos em si também foram alvo de crítica, pois poucos exclusivos foram realmente considerados bons como Resident Evil remake  e resident evil 0, fato que a capcom lamentou em deixa-los como exclusivos, pois eram ótimos games e foi jogar dinheiro fora deixa-lo preso a uma única plataforma. Mais tarde a Capcom começa a ajudar a fechar o caixão do console ao declarar que resident evil 4 não seria um exclusivo do game cube e sim um multi plataforma.Os demais títulos exclusivos eram apontados como jogos de criancinha. E até hoje Luigi's mansion é alvo de piada.As vendas foram muito abaixo do que era esperado, vendendo bem menos que o Nintendo 64, praticamente não pagou as despesas de desenvolvimento e produção. Levando a  empresa a amargar grandes prejuízos.

Luigi' Mansion: Feito pro público alvo da Galinha Pintadinha


Resident evil Remake






Resident Evil 0. Assim como Remake até hoje a Capcom chora lágrimas de sangue por te-lo deixado afundar como exclusivo do game cube








7- Atari 5200

Após o crash de 1982, a atari precipitadamente lança o sucessor do amado atari 2600, que tinha como principal objetivo recuperar o interesse dos norte americanos por video game. Então assim surgiu o atari 5200, um game robusto com entrada para 4 controles e retrocompatibilidade com o atari 2600. Mas o tiro saiu pela culatra. Pois o console além de contar com poucos títulos, dentre estes não existia nenhuma franquia de peso, e para completar muitos usuários reclamavam que a retrocompatibilidade era bugada contando nos dedos de uma só mão quantas vezes conseguiram rodar um jogo do 2600. E as evoluções gráficas e sonoras em relação ao seu antecessor, eram no máximo sutis. O console também foi criticado por seu sistema de conexão, pois sua ligação era feita através de um cabo RF, sim aquele cabo único que ligava a aquela famigerada caixinha "Game TV" que quase nunca funcionava de primeira. Este sistema era apontado como obsoleto e nada prático. Seus controles foram alvo de criticas e até hoje é apontado como um dos piores controles de todos os tempos. Era considerado grande, desengonçado e fazia a jogabilidade de qualquer jogo parecer impossível, sem contar que muitos usuários apontaram também sua péssima qualidade. Pois em poucos minutos o pequeno manche perdia o ponto central e ficava amolecido girando em falso no estojo. Seu fiasco foi tão grande que acabou fechando as portas para seu sucessor direto, o atari 7800 que tinha tudo para ser a redenção da Atari.
Pitfall clássico do atari 2600
Super cobra 3: perceba que não ouve muita evolução gráfica comparada a pitfall

Atari 5200 é bem maior que Xbox

Desengonçado desconfortável e ridiculamente frágil




































6- Apple bandai pippin
O filho feio e rejeitado de Steve Jobs
O futurista Fail...vontade de jogar longe...droga ele ia voltar

  Para quem pensa que Steve Jobs era um gênio irretocável que NUNCA errou na vida. Pode tirar o cavalinho da chuva, pois este foi um baita abacaxi da apple. Só que não, na época ele pediu para sair da empresa, por estar enojado com um enorme esquema de fraude que a alta cúpula da empresa fez contra ele.
Visando os lucros que o mercado do game podia oferecer, a apple dá início a um projeto que fez muitos norte americanos sonharem com o melhor game de todos. Pois naquele momento a apple já era apontada como a fabricante do computador com melhor resolução de vídeo. Então em 1994 a apple começa os trabalhos de desenvolvimento de seu game. Porém com o decorrer daquele ano, foi observado que a a sony estava dando uma verdadeira surra na sega. Mas isso aparentemente não fazia muito sentido pois, o sega saturn era mais potente tinha melhores gráficos e melhor som comparado aos concorrentes. Então a apple percebeu que mentalidade do público era a de ter um game divertido de qualidade aceitável por um preço razoável. Logo a intenção era descontinuar o projeto.Mas a bandai, tinha conhecimento do projeto e acreditava nele, logo se ofereceu para ajudar na conclusão, desde que o console também levasse o nome da empresa japonesa. A apple aceita os termos e em 1995 o apple bandai pippin é lançado. Porém foi um verdadeiro fiasco. Suas resoluções de áudio e vídeo eram bem inferiores as do playstation. Sua biblioteca contava com apenas 18 jogos, que além de serem muito ruins, todos ser rodados num mac OS 9.  Visualmente o console era nada carismático o console em si era grande e pesado e seu controle em forma de bumerangue foi motivo de piada nos Estados Unidos e no Japão.  E como a cereja do bolo de merda, seu preço de lançamento era a bagatela de 599 dólares. Tornando ele num dos games mais caros de sua geração.
Um clone de Doom lançado para o Pippin

5-  Atari Jaguar
Fora este controle ridículo, parece um video game promissor, me amarrei na caixa

A última cartada da empresa novaiorquina no ramo de consoles de mesa. Um game que sem dúvidas foi lançado as pressas e com poucos recursos deixando claro que foi uma tentativa desesperada de tirar a empresa da lama. Porém o game era puro marketing. Em compensação foi o primeiro game de 5° geração lançado em 1993. No comercial era muito enfatizado a potência de sua arquitetura de áudio e video e principalmente seus 64 bits e para completar a caixa do game era foda pra caralho. Isso parecia ser uma coisa muito boa, pois seus primeiros concorrentes, Sega Saturn e Panasonic 3DO só começariam a aparecer no ano seguinte com "apenas" 32 bits. Mas coisas feitas na pressa costumam dar errado, poucos jogos existiram para o console. Pois os desenvolvedores além de não serem familiarizados com a tecnologia, acabaram não dando qualquer tipo de apoio.  Os poucos jogos lançados eram em sua maioria muito ruins até mesmo se comparados com os games de 16 bits. O gráficos eram pobres e mal acabados, seu melhor game que era constantemente usado nos comerciais, Kasumi ninja, foi apontado como um dos piores jogos de luta de todos os tempos.
 O slogan do game era do the math, faça as contas numa tradução grosseira. Mas bastava ver um Jaguar funcionando que o jogador acabava escolhendo qualquer outro. Fazendo os 64 bits soarem como propaganda enganosa.
Outros pontos que ajudaram o console a fundar foram seus controles ridículos e extremamente desconfortáveis. Os botões e o pad eram muito mal localizados graças a existência de um teclado numérico que não servia para nada. Parecia um daqueles telefones dos anos 90 que aparece no canto da sala de toda tiazona.
Sua mídia era o cartucho que além de  limitar muito a capacidade do jogo(cartucho armazenava no máximo 32 MB enquanto o CD armazenava até 700MB), era de produção lenta e extremamente cara comparada ao CD(pois os cartuchos deveriam ser programados 1 por 1 já o CD eram produzidas centenas de cópias por vez). Meses mais tarde a Atari tenta remediar a situação lançando um leitor de CD para ser adaptado ao game. Mas mesmo assim, os desenvolvedores não foram convencidos a dar um pouco de carinho ao console.
Nem mesmo os lojistas confiaram no console da Atari, poucos aceitaram o desafio de vende-lo.
Jogos ruins, difíceis de achar e super caros.
controle versões 3 e 6 botões.
jogue 10 minutinhos e ganhe uma artrite

Versão vinho...ah não...é só um telefone de alguma tiazona.



Allien vs Predador: Aparentemente foi o único jogo bom, apesar dos bugs que de vez em quando o cenário sumia e ficava tudo cinza.

Atari Kart tão ruim que parece algum jogo bem zé bunda de SNES
Kasumi Ninja: O carro forte do console. Que apresentação trash 

Imagem de Kasumi Ninja, gráfico mais parecia o Mortal Kombat do Mega drive.  Rola de fogo? sem comentários
Pqp! Olha esse NBA! Olha o tamanho do quengo dos jogadores! Isso realmente queria  vencer o Playstation ?


Atari Jaguar com o leitor de CD acoplado ao game


4- Zeebo

Foi desenvolvido em 2009, graças a parceria da Tec Toy com empresas dos Estados Unidos, Argentina, China, Israel, Japão e França.
O game não contava com mídia física de jogos, estes eram comprados por meio de download a preços quase simbólicos.Parecia um game simpático que finalmente colocaria a classe média baixa na 7° geração, pois Casas Bahia não vendia nem PS3 e nem Xbox360 em 48 suaves prestações e o mesmo valia para os títulos de ambos. Mas os problemas começaram quando seus desenvolvedores subestimaram por completo o público alvo, ao dar a seguinte declaração:"Porque "Quake I", lançado em 1996, pode ser “um jogo antigo para nós, mas novo para o nosso público alvo". Segundo este camarada ai, gamer pobre é alienado.Quake 1 é o caralho, nós queríamos jogar GTA IV, Hallo 2, Dead Space, o novo do Mario em fim entrar na 7° geração sem precisar roubar um banco, vender um rim ou criar um esquema de piramide. E é possível sim, pois o game era desenvolvido todo ele aqui dentro sem importar um só parafuso.  Logo os abusivos impostos referentes a  importação e as abusivas e sem sentido taxas alfandegárias e outras referentes a importação. Faria o produto baratear MUITO. Só bastava o conglomerado que estava junto a Tec Toy não almejar lucros surreais e ofensivos.
Seus gráficos e sons eram rudimentares e muito inferiores até mesmo quando comparado ao PS2. Seus controles tiveram 3 versões. Uma era desengonçada, a segunda teve um design ótimo, porém foi criticado ela péssima qualidade.O terceiro era um upgrade que a tec toy fez para seu console competir diretamente contra o WII. Um boomerang que respondia aos movimentos bem parecido com o do WII. Só que o do Zeebo era totalmente bugado e a tampa do compartimento de pilha em pouco tempo quebrava.
  Devido a tantos defeitos e a poucas qualidades, o console despencou de preço. No brasil seu preço de lançamento era de 499 reais, mas 3 meses depois o preço havia despencado para 299 reais, apenas 50 reais a mais que o PS2 em dia de promoção maluca na Casa e Video. E assim se manteve até ser descontinuado em 2011.

1° versão: Controle de Master System
com alavancas analógicas.



2° versão foi chamado de Dragon. Parece ótimo, mas
Quebra fácil

3° versão: inspirado no WII. Bugado e a tampa do
compartimento de pilhas não dura 1 dia.
Resident evil 4 no ps2


Resident evil 4 vilarejo. No Zeebo
Gigante do resident evil 4 no zeebo, parece um monte de cocô cinza com pernas de frango
O gigante no PS2





3-  Panasonic 3DO






Este é um game que é praticamente desconhecido no Brasil e ficou famoso graças a internet. Foi produzido pela 3DO que era uma fusão de 7 empresas e distribuído e financiado pela Panasonic.
O console possuía capacidade de áudio e vídeo inferiores a do playstation, praticamente as mesmas do Sega CD.
Seus jogos, em sua maioria eram filmes interativos,conceito que não funciona comigo é muito entediante. Só que filmes extremamente ruins lembrando em muito os trash que o SBT gostava de passar no cinema em casa.
O game praticamente não vendeu e até a invenção de fóruns gammer, ele estava condenado ao total esquecimento.




Space Ace. Também filme interativo. Parece até aqueles desenhos da Disney nos anos 90.








Fifa International Soccer O jogo mais vendido do 3DO. O gráfico lembra Super Nintendo
Way of the warrior: os gráficos e a game play lembra a adaptação de mortal kombat 2 pro Game Gear










Batle Chess: consistia num jogo de xadrez com as lutas animadas.
Gráficos semelhantes ao do Playstation.
Pelo visto foi o único jogo bom do 3DO 






Night Trap: Porcaria de filme interativo também teve uma versão pro Sega CD.
Atuações horríveis e efeitos especiais que dão vergonha.
Lembra em muito os trash que o SBT adorava passar no cinema em casa 







2- RDI Halcylon
Não são 2 video cassetes com  um teclado portátil de notebook . Isso tudo é mesmo o console

Foi lançado em 1985 pela IDI video systems.  podemos dizer que foi o primeiro game da 4° geração ou o último da 3°. Continha um leitor de lazerdisc,que é considerado o pai do CD(era maior em tamanho e possui uma capacidade de armazenamento menor que a do CD). Este era acoplado a 1 CPU que por sua vez era ligada a outra CPU cada uma do tamanho de um video cassete. Além da mídia futurista, o console contava também com um primitivo sistema de reconhecimento de voz e uma tecnologia artificial que consistia numa voz estranha de robô que mal dava para entender o que dizia, narrando tudo o que era digitado e todos os comandos executados. Ou seja uma inteligencia artificial inútil e irritante que não podia ser desligada. Foi inovador pra caralho? Foi mas não torna menos irritante. Seu preço de lançamento na época era a bagatela de 2500 doletas. Em dinheiro de hoje, onde o dolar é cotado a 2,40 daria exatamente 6 mil reais.  E o óbvio aconteceu, quase ninguém comprou este trambolho que custava o mesmo que um carro popular semi novo naqueles tempos (claro dentro dos Estados Unidos). Cada jogo tinha uma capa de teclado próprio onde se mostrava para que servia cada tecla naquele teclado que era do tamanho de um teclado de notebook O game teve apenas 2 jogos. Um de futebol americano que foi considerado extremamente ruim e Thayer's Quest, era de aventura, parecia caverna dos dragões só que muito ruim e desenhado por Hannah Barbera. Este também foi considerado muito ruim.

Esta é a game play do NFL Football. 
Toda vez que você conseguia um down ou algo assim, fotografias como esta apareciam na tela.

Game NFL football  lazerdisc + disquete +manual + capa de teclado. Sim o Save era no disquete.
Consistia numa animação interativa. Onde você só precisava digitar o número de sua opção. O salsicha fantasiado de Erik da caverna do dragão Fazia tudo.
Clique no vídeo e aprecie a um pouco de Thayer's quest









1- Phillips CD-I
Parece um DVD mas é video game com um controle nada haver entrando de Robert

A princípio não era para ser um video game. Foi criado pela companhia holandesa phillips com o intuito de ser um material multi mídia para as escolas. Porém por alguma razão este conceito inovador de educação não decolou. E após o rompimento entre Sony e Nintendo. O projeto acabou ganhando um novo rumo. Pois a Nintendo liberou a licença de suas franquias e até mesmo o dublador oficial do Mario para que a Phillips convertesse o CD-I num video game.  Porém ficou só nisso, não ouve nenhum suporte técnico ou criativo. Pois a Nintendo estava concentrando todos seus esforços no desenvolvimento do sucessor oficial do SNES, o Nintendo 64.
O game contava com controles ridículos que mais pareciam o controle de algum DVD chines bem do tipo "quebla fácil". E por seu design e sua total falta de resistência, jogar com ele era um teste de paciencia. A jogabilidade era tão complicada quanto a do atari 5200 e em poucos minutos o manche perdia seu ponto central e ficava estalando e em menos de 1 hora estava girando em falso. A Phillips criou uma segunda versão do controle. Também desengonçado mas em compensação mais resistente, pois o manche foi substituído por um pad que lembrava vagamente o do controle de 6 botões do mega drive, mas pelo formato e disposição dos botões a jogabilidade ainda era irritante. Mais tarde existiu uma terceira era um verdadeiro frankstein de desing. O corpo parecia o do SNES, 4 botões com a mesma disposição do playstation e o pad direcional semelhante ao do Mega Drive. Este sim proporcionava uma boa jogabilidade. Mas do que isso adianta se os jogos eram umas porcarias?
The legend of Zelda series até hoje é apontado como um dos piores jogos de todos os tempos. Um verdadeiro fiasco, gráfico medonho, jogabilidade terrível em qualquer versão do controle, suas animações são extremamente toscas sendo frequentemente usada para fazer videos de poop. O fiasco foi tão grande que a maioria das pessoas acreditam que o Phillips Odyssey  foi o único game produzido pela companhia holandesa.
1° versão: Pqp como um ser humano consegue jogar nesta  B.O.S.T.A  olha o formato olha  a disposição dos botões!

2° versão: Nooossa que melhora...oh

3° versão: Not Bad


A animação de The Legend of Zelda Series, melior ki fainou fântazi  HUEHUEHEUE BR BR BR



Game play de The Legend of Zelda. Horrível mas é um alívio vê-la após as péssimas animações



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